Osvaldo Johnson Takahara

Sob Conspiração e Cárcere Privado da Polícia Japonesa!

Conspiração e Cárcere Privado da Polícia Japonesa. Período no Japão: 14/01/2000 – 16/04/2009

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Osvaldo Johnson Takahara

Atestado de Antecedentes Criminais – Medida Legal ou Ilegal?

Iniciado por Osvaldo Johnson Takahara 8. Abr, 2009.

Osvaldo Johnson Takahara

Cenário da Terceira Guerra Mundial

Iniciado por Osvaldo Johnson Takahara 5. Abr, 2009.

Osvaldo Johnson Takahara

Imprensa Imperita – Grupo IPC, Japão

Iniciado por Osvaldo Johnson Takahara 5. Abr, 2009.

Osvaldo Johnson Takahara

O que fazer com o Japão?

Iniciado por Osvaldo Johnson Takahara 27. Mar, 2009.

Osvaldo Johnson Takahara

Crassos Erros

Iniciado por Osvaldo Johnson Takahara 17. Mar, 2009.

Osvaldo Johnson Takahara

Todas as Mães São Confiáveis? Os Canalhas Também Envelhecem?

Iniciado por Osvaldo Johnson Takahara 25. Fev, 2009.

Notas

Embaixada de Portugal sediada no Japão

 

Apesar de ter enviado um fax
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Criado por Osvaldo Johnson Takahara 7 Abr 2009 at 4:57. Atualizado pela última vez por Osvaldo Johnson Takahara 29. Nov, 2009.

Brasileirinhos Apátridas

Havia um movimento, aqui, sobre os brasileiros apátridas nascidos no Japão. A militante da Comunidade Nipo-Brasileira, senhora Carmen Lucia Tsuhako, realizou algumas campanhas para colher assinaturas e entregá-las, posteriormente, ao cônsul brasileiro sediado em Nagoia. A intenção era a de modificar o t
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Criado por Osvaldo Johnson Takahara 31 Mar 2009 at 0:03. Atualizado pela última vez por Osvaldo Johnson Takahara 29. Nov, 2009.

Saulo Tadeu Valiero das Neves

 
Em meados de 2007, eu conheci o Saulo através do Orkut. Eu sempre estive consciente dos abusos da polícia com relação aos meus contatos na internet. Naquela ocasião, eu estava compartindo um apartamento na cidade de Komaki. 
 
O que foi feito?
 
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Criado por Osvaldo Johnson Takahara 30 Mar 2009 at 1:06. Atualizado pela última vez por Osvaldo Johnson Takahara 13. Abr, 2009.

Desespero da Polícia Japonesa

  
A polícia japonesa está mais desesperada do que nunca. Desde o ano de 2005, a polícia deu início a uma série de intrusões ilegais em minhas correspondências veiculadas através da internet. 
 
O objetivo é o de anular o peso das acusações que tenho feito contra a mesma. Aqui estão algumas das tentativas policiais para confu
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Criado por Osvaldo Johnson Takahara 10 Fev 2009 at 21:58. Atualizado pela última vez por Osvaldo Johnson Takahara 31. Mar, 2009.

Pensamentos


"O que mais preocupa não é nem o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem caráter, e dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." (Martin Luther King, Jr.)

"O fato de ainda existir homicídio no mundo, isto não significa que tenha sido legalizado!" (autor desconhecido).

"Mais crimes são cometidos em nome do amor que em nome do ódio; mais injustiças são praticadas em nome da justiça; e, assim, o mal se alastra vestindo a capa do bem – como sempre!" (autor desconhecido).

"O Japão é um inferno aparentemente organizado – mas, é um inferno!" (autor desconhecido).

"Ninguém pode fazer-nos sentir inferiores sem o nosso consentimento." (Eleonora Roosevelt)

"Duvidar de tudo, ou em tudo crer, são duas soluções igualmente cômodas, que dispensam ambas de refletir." (Poincaré)
 

Relato


Precisamente nesse módulo policial mostrado na foto acima – situado em Ginza, Tóquio –, eu fui fisicamente agredido por policiais no dia 19/04/2002. Depois, levaram-me à força à Delegacia de Polícia de Tsukiji, onde fui atendido pelo tenente Takahashi juntamente com o intérprete, senhor Miyazaki. Motivo: eu não entendia o que me diziam e estava atrasado para um compromisso no Centro de Empregos em outra cidade. Eles, mesmo sabendo quem eu era, insistiam em querer ver os meus documentos. Prenderam a bicicleta com a qual estava me transportando.

Saindo da delegacia fui diretamente ao Hospital St. Lukes para solicitar o meu atestado de corpo de delito. Toda essa "operação" havia sido premeditada entre a polícia e um cidadão nipo-brasileiro chamado Luiz Hatsushika, o qual recebia recursos do Governo por ter se acidentado no trabalho e foi ele quem emprestou-me a bicicleta apreendida. Esse senhor tinha ligações com a informante Magda Aparecida Giba Gibo.

Naquele ano, os testes para me obrigar a falar o idioma japonês eram cruciais. Percorri, em vão, diversos departamentos e entidades de direitos humanos para solucionar esta ocorrência e tantas outras.

Contudo, eu nunca tive qualquer resultado positivo. Bastava eu entrar num escritório de algum advogado, por exemplo, e era só esperar alguns minutos para o telefone tocar e eu ser posto para fora como se fosse um marginal!

Osvaldo Johnson Takahara – email: takahara@gmx.com

Fotos

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Introdução


As palavras-chave são conspiração e cárcere privado. Todas as pessoas que me circundam são participantes e informantes/colaboradores da polícia japonesa, a qual não quer ser processada por inúmeros abusos.

E, isto ocorre há mais de nove anos.


Há uma jornalista brasileira chamada Fátima Antunes, a qual reside no Japão. Ela é usada pela polícia para neutralizar as minhas possíveis tentativas de divulgação junto à mídia voltada para nikkeis ou internacional. Ela tem facilidades na renovação de seu visto por ser uma "colaboradora". Esta mesma jornalista possivelmente contate pessoas da rede social denominada Orkut.

Eu a conheci no escritório de uma outra antiga informante, Magda Gibo – uma ex-detenta da polícia japonesa que foi muito ativa junto à Comunidade. A Magda e toda a sua trupe – assim como ocorre ainda hoje – tinha acesso às imagens das câmeras ocultas que foram instaladas no escritório dela, em 2002 e 2005.

É incrível como as aparências enganam! Há tantas pessoas participantes da conspiração que parecem pessoas idôneas e sem máculas, quando na realidade são tão criminosas quanto àquelas que vemos nos jornais!

Grandes empresas como a International Press (IPC), Brastel, NTT, etc., estão envolvidas!

Uma fuga talvez fosse viável, se eu estivesse sendo perseguido pela Yakuza. As perseguições e atrocidades são cometidas por policiais e inúmeros brasileiros, e que não podem ficar impunes.

Se eu fosse para um outro país, não acha que poderiam fazer mais uma trama para me irritar e atrapalhar a minha vida? Em quem a massa ordinária acredita? Nos que falam a verdade ou em servidores públicos (cretinos que exibem um distintivo qualquer e todos tremem)?

Eis o porquê urge uma ação judicial!

Aliás, tudo o que faço na internet é gravado (como se fosse um equipamento de vídeo-cassete). Não importa o computador que eu esteja usando – pode ser em qualquer lugar! Depois, os psicopatas analisam a frequência com que visito uma página e contatam essa pessoa... O que dizem? Não sei, mas a convencem.

O Google do Japão informa o IP do computador, no qual eu me acesso ao sistema-Google, a policiais da banda podre – todas as vezes em que eles me perdem de vista! (A informação do IP permite conhecer a localização exata de onde estou.)

Eu só posso trabalhar quando eles (policiais da banda podre) me "permitem". Entre o dia da entrevista e o dia de início de um trabalho, a polícia escolhe alguém – provavelmente, que já tenha vida pregressa criminosa –, brasileiro ou estrangeiro de uma outra nacionalidade, e o usa para preparar o ambiente. Uma outra tática consiste em fechar todos os meus caminhos apertando o cerco a me obrigar a seguir o rumo em que os policiais já haviam preparado.

Quando chego e começo a falar sobre a conspiração, ninguém acredita! Presumo que digam que sofro de alguma "paranoia" ou de "mania de perseguição". Ou então: "Ele é que nem (como) uma criança" – dizem os maledicentes para conquistar o direito de posse ou domínio sobre mim.

Há parentes meus no meio disso tudo que querem negociar com os meus problemas – vide lista de conspiradores na guia "Criminais"; alguns nunca os vi – e nem os quero ver!

A minha mãe biológica é uma participante ativa. Restituições de impostos e dinheiro informalmente deduzidos de meus rendimentos foram enviados a ela – não obstante o fato de eu não manter qualquer contato durante anos.
Os policiais facilitaram o envio de fotos e a mantém informada sobre a minha vida como se ela exercesse o direito de propriedade sobre mim. As remessas de fotos e vídeos são um subterfúgio leviano para iludir a verdadeira finalidade sádica dela: a de me prejudicar – sempre servindo-se dos símbolos maternos convencionais de forma velada, e simultaneamente, executando suas tiranias como quem está a proteger. Ela fez isto a vida toda. Obviamente que não existe alguma legislação que dê respaldo ao que vem sendo praticado.


O grampo no meu telefone não está simplesmente no sentido de audição do que falo: vai muito mais além! Quando disco um número, chama e ninguém contesta à chamada (empresas), significa que o número discado ainda não foi chamado. A equipe que controla as minhas chamadas tem tempo para saber para onde estou ligando e, nesse meio tempo, interagem. Não se esqueça de que são policiais da banda podre em "ação".

A perseguição é diária e onipresente!

De acordo com a Constituição, Artigo 21, §2: "Nenhuma censura deve ser mantida, nem o segredo, de quaisquer meios de comunicação, deve ser violado."

Isto é o Japão!


Língua japonesa

A polícia espalha falsas informações de que sou fluente na língua japonesa: tudo o que sei aprendi aqui ao longo dos anos. Entretanto, não consigo manter um diálogo em japonês. Apenas entendo algumas coisas. Não entendo nada do que é falado na televisão, por exemplo.

Os japoneses são precipitados: se você disser "ohayô-gozaimás" (bom dia), eles já dizem que você fala muito bem a língua!

Pessoas versadas na língua portuguesa pronunciam mais de 90% dos fonemas da língua japonesa, a qual é foneticamente simples e cacofônica.

Uso de química

Os policiais usam psicotrópicos de manipulação. Há química para tudo: para fazê-lo rir, chorar, gritar, ou agredir; para acalmar ou agitar.

Pessoas leigas no mundo acadêmico não imaginam o que a química é capaz de fazer. Nunca aceite uma "prova" de vídeo sem se perguntar se o que está a ver não lhe parece estranho e, em seguida, exigir um laudo completo sobre o que havia no sangue da parte acusada no momento em que a "evidência" foi gravada.

Os detidos recebem toda a alimentação da polícia, enquanto encarcerados, e é possível que sejam drogados a fim de que assinem uma confissão que facilitaria a ociosidade desses policiais.

Pessoas ardilosas usam esses psicotrópicos de manipulação para, em seguida, filmar suas vítimas e tentar fazer uso disso em benefício próprio, deteriorando a imagem alheia. Contudo, quem conhece a lei, sabe que nenhuma prova obtida por meios ilícitos pode ser aceitada como evidência.

Câmeras e microfones ocultos

câmeras e microfones em quase todos os lugares! No meu apartamento, nos locais de meu trabalho, por exemplo.

Essas imagens são divulgadas entre os conspiradores, algumas enviadas ao Brasil para que os demais criminosos também possam ter acesso. O conteúdo é variado.

Eu tento levar uma vida normal, apesar das pressões da conspiração. Quando esporadicamente ia a um karaokê, por exemplo, a polícia gravava tudo e distribuía as cópias entre os núcleos conspiratórios; cartas e outras correspondências, também! Isto tem sido uma constante sem fim.

Assim, a polícia consegue "cultivar" seu espaço. Logicamente que, em muitas situações, eu estava sob efeito de alguma química!

Correios do Japão

Policiais bisbilhotam toda a minha correspondência despachada via correio, tanto à saída como à entrada. Os Correios dispõem de sistema bancário e a minha conta é verificada, assim como todas as outras.

Os policiais consultam os saldos bancários e sabem o quanto tenho e servem-se desses dados para seus planejamentos perversos. Os destinatários de cartas e valores são investigados através dos núcleos da conspiração. Toda essa operação é ilegal e os Correios terão de prestar conta do que fazem comigo, há mais de 9 anos!

Ajuda no Japão?

Os seguintes locais, em que estive ou mantive diálogo ao telefone, foram contatados e aceitaram a trama desses policiais:

Departamentos de Direitos Humanos do Ministério da Justiça (Tóquio, Naha, Nagoia, Hamamatsu e Toyohashi); as Cortes Sumárias, de Tóquio e Nagoia; a Anistia Internacional, no Japão; entidades de ajuda ao cidadão latino (Sabja – Irmã Mori); associações internacionais, como a HICE e outras; jornais (International Press e Tudo Bem); todos os departamentos de Estado (Hello Work, Delegacias de Normas Trabalhistas (Toyohashi, Okazaki, Hamamatsu, Iwata, Nagoia e Tóquio), outras secretarias; Correios; bancos; empreiteiras (todas) et cetera.

Aquelas pessoas que eu julgava que tivessem sido encontradas por acaso, logo, elas mesmas revelavam-me sinais de alguma irregularidade legal (uso de drogas, amizade com traficantes sem visto, problemas legais com filhos, ex-condenados, et cetera): presas fáceis dos policiais da Keiji – que não podem se recusar no atendimento de um pedido desses policiais, os quais se aproveitam da situação de medo a que são expostas.

Durante esses mais de nove anos, todas as pessoas que estiveram em contato comigo foram manipuladas (antes, durante ou depois). Aquelas que não quiseram participar da conspiração, afastaram-se sem dizer nada.

Pessoas que convivem comigo aqui, no Japão, conhecem os meus problemas, sequer fazem algo para atenuá-los – ao contrário, dizem que sou louco e maníaco de perseguição –, principalmente, porque também participam do controle de meu cativeiro, em troca de benefícios (facilidades em vistos, carteira de habilitação para automóveis et cetera).

O meu maior obstáculo tem sido a incredulidade. Ninguém me pergunta nada, apenas tiram conclusões precipitadas.

Apoio do Brasil no Japão


Embaixada ou Consulado?

Uma parte dos funcionários dessas repartições são nikkeis contratados locais. A polícia consegue se infiltrar facilmente nesses locais através deles.

Estou tentando contato direto com o Ministério das Relações Exteriores. Se visitar a página do Consulado, em Tóquio, vai sentir o peso da imoralidade: eles estão endossando e lavando o cérebro de brasileiros para que aceitem a nova decisão do Ministério da Justiça, a qual consiste em tirar fotos e impressões digitais à entrada do país – somente dos estrangeiros!

Numa ridícula e ilegal cartilha publicada pelo Consulado brasileiro, em Tóquio, em conluio com o Grupo IPC (concessionária da Rede Globo no Japão), o Consulado diz que não pode questionar sobre as decisões locais (mesmo que contrariem as leis vigentes). Mais: diz que as pessoas que vieram para cá devem se sujeitar ao tratamento que for dado – como se fôssemos escravos!
 
 
 

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